O livro de leitura obrigatória

O livro de leitura obrigatória

domingo, 30 de setembro de 2007

1º Capítulo - Gerações

O computador na educação

Este livro apesar de já ter sido escrito há alguns anos continua completamente actual e hoje mais do que nunca se considera imprescindível a utilização das novas tecnologias e os avanços que cada vez mais se verificam ao nível de informática não devem ser olhados com receio ou desprezo por parte dos pais, nem dos professores e muito menos ignoradas as suas vantagens, mas como uma mais valia, da qual estes devem retirar tais vantagens que o mundo da informática oferece, como forma de facilitar a educação e desenvolvimento dos alunos. Esta pode uma “ferramenta” para complementar a tarefa tão complexa que é a educação.
Todo este conhecimento e capacidade de manuseamento por parte das populações cada vez mais jovens tem as suas vantagens e desvantagens, a desvantagem que mais se destaca e que o autor mais refere é a existência de um fosso cada vez maior entre os jovens e os adultos (no texto foca-se com especial atenção a relação pais /filhos). Para que este fosso não aumente mais, é necessário um esforço por parte dos adultos/pais no conhecimento, não só a nível do manuseamento básico dos computadores mas também da programação.

Metodologia ou tecnologia

Não há dúvidas que a grande mensagem que Papert pretende transmitir com este capítulo é o facto do computador e as tecnologias que dele advêm serem novas formas de se resolver problemas de incapacidade de integração em algumas matérias escolares, e até de estruturar novas formas de adquirir conhecimento e estruturar pensamentos.
Por fim, a grande dificuldade em conseguir estas novas formas de conhecimento e de pensar, são as políticas e ideologias instauradas, que não permitem a evolução no sentido positivo, ou seja, ninguém pensa nos benefícios que podem advir de uma nova estratégia: seja ela de ensino, de trabalho ou de projecto, mas pensam imediatamente nos malefícios, da dependência que já parece estar inerente ao computador.
Outra questão importante que o autor coloca é se é a máquina que deve ensinar a criança, ou a criança deve desenvolver a sua aprendizagem com a máquina, sendo óbio que não se pode aprender sem ser ensinado; no entanto a exploração e desenvolvimento pelo próprio sujeito facilita ou agiliza o processo.

Sem comentários: