Sou a Catarina Oliveira e frequento o 2º ano da Licencitura de Ciências da Educação; Sou trabalhadora-estudante e tenho 2 filhos: o Diogo de 14 anos e o Marcos de 19 anos. Aos meus filhos agradeço a disponibilidade que me proporcionam através da colaboração que me prestam em casa. Sem eles isto não seria possível. Obrigado e Amo-vos!
Os meus Heróis
Bem vindos ao 2º ano de Ciências da Educação - Tecnologias Educativas
Bem vindos a mais um semestre deTecnologias Educativas. Mais uma vez nos foi pedido para elaborarmos ou darmos continuidade ao nosso blogue do semestre passado, desta vez com o objectivo de comentarmos o livro de Papert "A família em rede". Podemos, e devemos claro, igualmente fazer pesquisas e publicarmos aqui assuntos relacionados sobre os temas focados nas aulas, inclusivé temas que a Professora Guilhermina nos indicou na aula teórica. Agradeço aos colegas que caso leiam o meu blogue façam os comentários que lhes ocorram. Obrigado e bom trabalho para todos
"A família em rede" contribuiu para as tuas aprendizagens?
Foi-nos pedido para pesquisar sobre alguns temas: vou começar por pesquisar acerca de conceitos sobre a educação e instrução.
Educação engloba ensinar e aprender. É também algo menos tangível, mas mais profundo: construção do conhecimento, bom julgamento e sabedoria.
"Educai as crianças e não será preciso castigar os homens". Pitágoras
"Instrução, é consequência de um processo de viver e não uma preparação para a vida futura". John Dewey
A palavra educação significa, conduzir para fora, isto é, “exteriorizar”, “trazer à luz” as potencialidades que em nós existem . Educar é, essencialmente, despertar a verdade mais profunda que em nós existe, para que seja possível o desempenho da própria função, não só na vida social mas também no Universo.
A palavra Instrução tem um significado muito diferente. De facto, enquanto, “educar”, nos indica o verdadeiro sentido da palavra (algo que vem de dentro para fora), o prefixo in, de “instruir”, indica-nos precisamente o contrário (algo que vem de fora para dentro). Contudo, estas palavras usam-se, por exemplo, indiferentemente, como se da mesma realidade se tratasse. Foi por isso, por exemplo, que Durkheim afirmou que “cada sociedade, num momento determinado do seu desenvolvimento, possui um sistema de educação que se impõe aos indivíduos de modo geralmente irresistível, sendo uma ilusão acreditar que podemos educar os nossos filhos como queremos, pois há costumes em relação aos quais somos obrigados a estar em conformidade. Se os desrespeitamos muito gravemente, eles vingar-se-ão nos nossos filhos”.
Esta afirmação de Durkheim deixa claramente perceber que o termo “educação” não está a ser usado de acordo com o seu verdadeiro significado: o de despertar, manifestar a nossa verdadeira natureza. Durkheim deixa transparecer nesta sua afirmação que a educação consiste na adaptação do indivíduo ao convencionalismo social, para que ele possa sobreviver. Através da educação podemos ter acesso ao Saber Real, competindo, por outro lado, à Instrução a função de adaptar o indivíduo às convenções sociais (Saber Convencional). Assim, ainda que “educar” e “instruir” tenham sinais contrários, as suas funções não são inconciliáveis. Até, para que melhor se compreenda a função específica de cada uma, que a educação se destina à Vida e a Instrução à Sobrevivência.
Conclui-se, então que a Educação não pode ter outro objectivo que não seja o florescimento total do ser humano, segundo as linhas de força da sua individualidade, isto é, de acordo com a sua própria “essência”, o que significa que, tendo a Educação um objectivo superiormente individual, tem também um objectivo superiormente colectivo.
E porque toda esta descrição foi aqui um bocadinho "aborrecida" vamos agora rir-nos com o humor destes meninos:
Aprendizagem Independente: Novas Perspectivas Para A Educação Da Geração Net
Uma nova geração de estudantes, nascidos com a Internet, começou a entrar no sistema escolar global, com um conjunto de traços distintivos e interesses educativos únicos, representando um verdadeiro desafio às instituições educativas existentes.
Os dados publicados pelo PISA (Project for Internacional Student Assessment), relativamente a estudos comparativos internacionais sobre a educação indicam que os alunos finlandeses são os alunos melhor preparados em todo o mundo. Porque será que assim acontece? O que leva este País a apresentar tão bons resultados, quando os seus alunos entram um ano mais tarde que na maioria dos outros países (7 anos), e têm menos 23% de horas de aulas? Que características especiais reúne?
A Internet, tão do gosto dos mais novos, é um dos recursos mais utilizados para “passar” o tempo, jogar, falar com os amigos. Mas também se deve alertar para os perigos que também espreitam, por detrás dos seus aparentes benefícios.
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