A aprendizagem de uma criança fundamenta-se na compreensão, é com a experiência, por tentativas e erros, que a criança percebe e aprende, não basta um adulto dizer qual a forma correcta – é neste sentido que Papert defende a utilização de jogos de vídeo educativos, pois estes podem levar uma criança a novas aprendizagens, visto que ninguém faz algo para a estimular, apenas, alguém, cria uma situação, em que é a criança que faz alguma coisa, fundamentando-se na compreensão. “ O escândalo da educação reside no facto de sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta” (p.103).
Neste capítulo Papert refere que a “primeira prioridade, quando se pensa em aprendizagem na família, seja dedicada a preservar valores de honestidade e de respeito por cada individualidade” (p. 98). Salienta o conflito bem real da educação que consiste no facto dos pais, professores e outros educadores terem tendência para corrigir frequentemente as crianças em todas as ocasiões, podendo provocar assim uma inibição no desenvolvimento da sua capacidade de pensar livremente, por si próprios.
Isto prova-nos o aspecto negativo de que muitos alunos podem sentir-se incapazes para fazer algo, mas também nos demonstra algo interessante: que o própio aluno pode descobrir a resposta ou soluçao por si mesmo sendo um maior reforço para ele.
Pode igualmente, com a ajuda de algum colega, ver a soluçao do seu problema, sendo este facto que obrigatoriamente desenvolverá a socializaçao nos alunos.
O livro de leitura obrigatória
sábado, 3 de novembro de 2007
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