Na minha opinião deve-se incentivar todos, jovens e menos jovens a utilizar as novas teconologias.O que é preciso é encontrar um motivo, um incentivo, algo que atraia o interesse das pessoas que nunca se viram perante um computador e que, portanto, nunca souberam trabalhar com as novas tecnologias. Claro que os jovens não precisam de incentivos, por si só já nasceram com o hábito de verem um computador em casa; é natural que para eles não seja estranho. Os menos jovens é necessário mostrar-lhes que "esta coisa" dos computadores "não são só coisas más"! Que o digam as famílias que estão longe e que desta forma parece que agora a distância é menor! Ainda não há muito tempo ensinei uma senhora minha conhecida com 56 anos cujos filhos estão nos Estados Unidos a "mexer nesta coisa"!
Agora está constantemente on-line! Já conhece a casa da filha duma ponta á outra! Está deslumbrada e que bom que é ver pessoas que acham que já nada mais têm a aprender com este entusiasmo!
Outra ideia deste capítulo é que a informação a que temos acesso é tão extensa e quase inesgotável de tal forma que por vezes, há informação que nos aparece (por mero acaso ou relacionado com o tema que pesquisamos) que é preciosa. Papert neste capítulo começa por introduzir 30 coisas que já fez com o seu computador e diz
"Encontrei, por acaso, informações que nem sequer sonhava que me faziam falta" (Papert, pp. 152)
É claro que esta descoberta de informação depende em grande parte da fluência tecnológica do utilizador e da disposição que o mesmo tem para determinado assunto que o levam a encontrar informação por vezes essencial. Mas tudo isto é um mundo fascinante.
O livro de leitura obrigatória
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
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